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Conjuntura

Eleições, Copa, Democracia e Crise: o Brasil em 2018, cinco anos depois de Junho

Josué Medeiros*

 Cada nova pesquisa sobre as eleições presidenciais é um novo 07 de abril. Naquele dia de profunda injustiça, Lula parou o tempo e deixou em suspenso o país. Desde então, o tempo segue parado e seus eternamente elevados índices de intenção de voto nos levam outra vez a assistir e torcer pelo “cara” em São Bernardo. Continuar lendo “Eleições, Copa, Democracia e Crise: o Brasil em 2018, cinco anos depois de Junho”

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A greve é política, estúpido

Luís Falcão*

No sábado, dia 26 de maio de 2018, o Jornal do Brasil publicou uma notinha, indigna de notar-se, com o perdão da expressão, a respeito de Henrique Meirelles. Continuar lendo “A greve é política, estúpido”

O que acabou na Nova República?

Alexandre Mendes*

Em artigos publicados sobre a crise política e social brasileira, na Folha de São Paulo e na Carta Capital, o filósofo Vladimir Safatle vem anunciando, ao menos desde o início do ano de 2015, o fim da Nova República, como foi chamado o regime instituído no Brasil após a transição democrática da década de 1980[1]. Continuar lendo “O que acabou na Nova República?”

O STF e a Democracia

Marjorie C. Marona*

O STF hoje é conhecido de todas e todos. Figuram seus ministros ou o tribunal mesmo como objeto central de diversas matérias jornalísticas. É bem mais comum do que já foi, também, ouvir-se, nos dias que correm, alguma contenda ou debate sobre decisão da Corte ou a posição de algum de seus ministros. Continuar lendo “O STF e a Democracia”

Carta aberta à professora Alba Zaluar

Maria Isabel Couto*

Prezada professora Alba Zaluar,

É com tristeza que escrevo esta carta pública em resposta a sua recente entrevista à Folha de São Paulo, no dia 21 de março de 2018. Continuar lendo “Carta aberta à professora Alba Zaluar”

A constância do absurdo

Diogo Tourino de Sousa*

A definição do Dicionário Houaiss é lapidar. Absurdo como adjetivo significa “aquilo que é destituído de sentido, de racionalidade”, ou aquilo “que não se enquadra em regras e condições estabelecidas”[i]. Penso que o momento vivido pelo país pode, com dose tolerável de imaginação e sem muito exagero, ser descrito como a constância do absurdo, ao ponto em que parâmetros e limites de qualquer ordem se encontram rarefeitos. Continuar lendo “A constância do absurdo”

Dois olhares a partir de Marielle: uma homenagem

Marielle e Anderson

André Rodrigues*

Fui criado por mulheres. E só por isso cheguei a ser homem. É o que ficou girando na minha cabeça enquanto pensava no que escrever sobre a execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Continuar lendo “Dois olhares a partir de Marielle: uma homenagem”

O JUDICIÁRIO BRASILEIRO: DE PODER CONTRA-MAJORITÁRIO A PODER ATUANTE CONTRA O ESTADO

Maria Abreu*

A discussão sobre a legitimidade do recebimento de auxílio moradia por juízes detentores de imóveis próprios tomou as páginas dos jornais e revistas do país. Essa agitação acelerou que o Supremo Tribunal Federal a colocasse em pauta, para que julgue o processo em que já havia uma decisão liminar do Ministro do STF Luiz Fux, de 2014, estendendo o auxílio moradia a todos os juízes. Continuar lendo “O JUDICIÁRIO BRASILEIRO: DE PODER CONTRA-MAJORITÁRIO A PODER ATUANTE CONTRA O ESTADO”

Espiritismo, gênero e política: uma equação tensa

Célia Arribas*

Em recente fala no 34º Congresso Estadual Espírita de Goiás de 2018, o médium e orador Divaldo Pereira Franco, figura bastante conhecida no meio espírita, mas também fora dele, por sua obra mediúnica e assistencial, atraiu a atenção com uma fala de pouco mais de sete minutos. Continuar lendo “Espiritismo, gênero e política: uma equação tensa”

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