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Conjuntura

Para a organização de uma frente democrática

Alexandre Mendes*

As declarações de Ciro Gomes em entrevista à Folha de São Paulo[1] sobre a liderança da oposição ao governo Bolsonaro não deveriam surpreender. Continuar lendo “Para a organização de uma frente democrática”

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O WhatsApp não pode parar

João Martins Ladeira*

O debate público sobre a indicação de Moro para o Ministério da Justiça (e Segurança) se concentrou, de fato, em aspectos essenciais, mas não foi completo. Continuar lendo “O WhatsApp não pode parar”

Participação social no Brasil: morte ou catalepsia?

Débora Rezende de Almeida*

Comecei a escrever este texto há um ano atrás. Não sei exatamente se tenho resposta para a pergunta do título. A conjuntura política atual do país intensificou a incerteza, presente desde o impeachment presidencial, a respeito do futuro da participação social e da agenda de direitos a ela vinculada nas últimas décadas.  É indispensável dizer que vivemos em tempos sombrios e que o contexto político não favorece previsões de longo prazo. Continuar lendo “Participação social no Brasil: morte ou catalepsia?”

Desafios da conjuntura e armas da teoria política: golpe, democracia e fascismo

Thais Florêncio Aguiar* entrevista Cesar Guimarães**

Realizada em início de agosto, esta entrevista de Cesar Guimarães se converteu em um depoimento reflexivo sobre democracia, golpe de estado e fascismo, muito oportuno para nutrir o pensamento crítico nesse momento pós-eleitoral. Continuar lendo “Desafios da conjuntura e armas da teoria política: golpe, democracia e fascismo”

Estado de Natureza e Totalitarismo: as alternativas bolsonaristas

Luiz Falcão*

“Tudo que você podia ser  / Sem medo”. Lô Borges e Márcio Borges, 1972

Entramos em estado de natureza, ou pior.

Os regimes totalitários e a hipótese do estado de natureza têm em comum a total e completa arbitrariedade, que se consuma em imprevisibilidade e medo. Muito medo. As antíteses perfeitas carregam, por vezes, semelhanças inadvertidas. A situação de completo domínio de um campo de concentração é análoga àquela da ausência de qualquer parâmetro civilizacional. Os regimes políticos que se pretendem civilizados, do socialismo ao liberalismo, buscam aprofundar seu programa ideológico sem descuidar da necessária previsibilidade e, sobretudo, ausência de arbitrariedades. Em certo sentido, a civilização humana depende disso, isto é, de civilidade. Particularmente no Ocidente, isso foi conquistado, ou continua a ser, pela via do direito. Entendido politicamente, o direito é, assim, a expressão de um Estado menos que o totalitarismo e mais do que o estado de natureza: a garantia da dignidade da sociedade civil possui papel de relevo não porque tenha, em si mesma, primazia sobre valores como igualdade e liberdade, mas porque não se pode pôr a termo qualquer ideologia civilizada sem ela. Nisso quer-se dizer que é a sociedade civil algo que garante e é garantido pelo Estado, não totalitário, nem de natureza. Continuar lendo “Estado de Natureza e Totalitarismo: as alternativas bolsonaristas”

Polissemia e luta hegemônica: um comentário sobre a conjuntura venezuelana

Mayra Goulart,Beatriz Lourenço e Júlio César Pereira de Carvalho*

De abril a julho de 2017, o cenário político venezuelano foi permeado por violentas manifestações mobilizadas pelos oposicionistas de Nicolás Maduro. A princípio, os protestos foram articulados com o fito de exigir a destituição do presidente e contrapor a suspensão do Parlamento pelo Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) Continuar lendo “Polissemia e luta hegemônica: um comentário sobre a conjuntura venezuelana”

Responsabilidades compartilhadas

Álvaro Okura de Almeida*

Você começa a conversar e então o sujeito não admite que houve ditadura. Quando o faz não admite que foi um erro. Não acredita na democracia, nem como valor nem como método. Não admite que direitos humanos possam ser uma linguagem mínima disponível para se opor a arbitrariedades e violências estatais contra a dignidade de todos. Fala dos DH como se fosse um “pessoal” ligado a “esquerda e ao comunismo”. De saída, não exclui a tortura como método de punição e investigação. Cansado do caos que é a segurança pública, crê que violência se resolve com armas, ódio e assassinatos.

Continuar lendo “Responsabilidades compartilhadas”

Grandes esperanças

Pedro Lima*

Quase todos à minha volta pareciam atordoados com os resultados das urnas na noite deste domingo, sete de outubro. Após acompanhar por uma semana o crescimento das intenções de voto no candidato fascista para além do suposto “teto” (que girava em torno dos 33%), a irresolução deste domingo pareceu-me boa notícia. Continuar lendo “Grandes esperanças”

Quais as propostas para as pessoas LGBTs dos presidenciáveis de 2018?

CODES/UFV*

A eleição presidencial de 2018 trouxe à tona debates candentes sobre questões de gênero e sexualidade, especialmente a partir da pressão dos vários movimentos sociais que têm pautado a necessidade de a política institucional explicitar quais são as propostas para grupos sociais tão diversos. Continuar lendo “Quais as propostas para as pessoas LGBTs dos presidenciáveis de 2018?”

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