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Conjuntura

Mito à brasileira

Jorge Chaloub e Diogo Tourino de Sousa*

O uso do termo “mito” expõe, sem intenção, os fundamentos da força política do candidato à Presidência da República pelo Partido Social Liberal (PSL), Jair Bolsonaro. O deputado federal carioca, atualmente em sua sétima legislatura, cresce em popularidade a partir da conhecida estratégia de “construção mítica” da personalidade pública. Continuar lendo “Mito à brasileira”

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ESCUTA ELEIÇÕES – Os descaminhos eleitorais

Jorge Chaloub*

As eleições encontram sua força na crença. Mesmo que até um observador desavisado veja os limites da retórica em torno dos pleitos, como as desiguais possibilidades de disputa e vitória, processos eleitorais têm na ideia de competição em condições iguais o fundamento da sua legitimidade. Continuar lendo “ESCUTA ELEIÇÕES – Os descaminhos eleitorais”

#repressaoBR: 23 condenações políticas e o legado repressivo de junho de 2013

No mês de junho deste ano, diversos analistas se debruçaram sobre os impactos das manifestações de Junho de 2013 na vida nacional. Muito se falou, por exemplo, sobre a resistência da política tradicional em assimilar e responder aos anseios democráticos das manifestações, ou mesmo sobre a dificuldade de compreender seus significados diante da pluralidade de perspectivas que as atravessaram. Mas pouco se discutiu sobre a repressão política às maiores manifestações de rua da história do Brasil. Continuar lendo “#repressaoBR: 23 condenações políticas e o legado repressivo de junho de 2013”

Eleições, Copa, Democracia e Crise: o Brasil em 2018, cinco anos depois de Junho

Josué Medeiros*

 Cada nova pesquisa sobre as eleições presidenciais é um novo 07 de abril. Naquele dia de profunda injustiça, Lula parou o tempo e deixou em suspenso o país. Desde então, o tempo segue parado e seus eternamente elevados índices de intenção de voto nos levam outra vez a assistir e torcer pelo “cara” em São Bernardo. Continuar lendo “Eleições, Copa, Democracia e Crise: o Brasil em 2018, cinco anos depois de Junho”

A greve é política, estúpido

Luís Falcão*

No sábado, dia 26 de maio de 2018, o Jornal do Brasil publicou uma notinha, indigna de notar-se, com o perdão da expressão, a respeito de Henrique Meirelles. Continuar lendo “A greve é política, estúpido”

O que acabou na Nova República?

Alexandre Mendes*

Em artigos publicados sobre a crise política e social brasileira, na Folha de São Paulo e na Carta Capital, o filósofo Vladimir Safatle vem anunciando, ao menos desde o início do ano de 2015, o fim da Nova República, como foi chamado o regime instituído no Brasil após a transição democrática da década de 1980[1]. Continuar lendo “O que acabou na Nova República?”

O STF e a Democracia

Marjorie C. Marona*

O STF hoje é conhecido de todas e todos. Figuram seus ministros ou o tribunal mesmo como objeto central de diversas matérias jornalísticas. É bem mais comum do que já foi, também, ouvir-se, nos dias que correm, alguma contenda ou debate sobre decisão da Corte ou a posição de algum de seus ministros. Continuar lendo “O STF e a Democracia”

Carta aberta à professora Alba Zaluar

Maria Isabel Couto*

Prezada professora Alba Zaluar,

É com tristeza que escrevo esta carta pública em resposta a sua recente entrevista à Folha de São Paulo, no dia 21 de março de 2018. Continuar lendo “Carta aberta à professora Alba Zaluar”

A constância do absurdo

Diogo Tourino de Sousa*

A definição do Dicionário Houaiss é lapidar. Absurdo como adjetivo significa “aquilo que é destituído de sentido, de racionalidade”, ou aquilo “que não se enquadra em regras e condições estabelecidas”[i]. Penso que o momento vivido pelo país pode, com dose tolerável de imaginação e sem muito exagero, ser descrito como a constância do absurdo, ao ponto em que parâmetros e limites de qualquer ordem se encontram rarefeitos. Continuar lendo “A constância do absurdo”

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