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Política

Eleições, Copa, Democracia e Crise: o Brasil em 2018, cinco anos depois de Junho

Josué Medeiros*

 Cada nova pesquisa sobre as eleições presidenciais é um novo 07 de abril. Naquele dia de profunda injustiça, Lula parou o tempo e deixou em suspenso o país. Desde então, o tempo segue parado e seus eternamente elevados índices de intenção de voto nos levam outra vez a assistir e torcer pelo “cara” em São Bernardo. Continuar lendo “Eleições, Copa, Democracia e Crise: o Brasil em 2018, cinco anos depois de Junho”

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Intervenção militar, memórias da ditadura e tempo presente

Fernando Perlatto*

Um dos aspectos que mais chamou a atenção durante a crise que parou o país após a chamada “greve dos caminhoneiros” foi o crescimento de discursos e de palavras de ordem – ainda minoritários, embora barulhentos – em defesa da intervenção militar e da volta à ditadura como solução para a crise política. Continuar lendo “Intervenção militar, memórias da ditadura e tempo presente”

A greve é política, estúpido

Luís Falcão*

No sábado, dia 26 de maio de 2018, o Jornal do Brasil publicou uma notinha, indigna de notar-se, com o perdão da expressão, a respeito de Henrique Meirelles. Continuar lendo “A greve é política, estúpido”

O que acabou na Nova República?

Alexandre Mendes*

Em artigos publicados sobre a crise política e social brasileira, na Folha de São Paulo e na Carta Capital, o filósofo Vladimir Safatle vem anunciando, ao menos desde o início do ano de 2015, o fim da Nova República, como foi chamado o regime instituído no Brasil após a transição democrática da década de 1980[1]. Continuar lendo “O que acabou na Nova República?”

Uma questão da moradia: o direito à cidade ou a cidade como negócio

Carlos Procópio*

A disputa pela cidade envolve o antagonismo de narrativas. Por um lado o direito à cidade, onde seus defensores conclamam o acesso aos benefícios da vida urbana. Para eles, a questão da moradia demanda uma lógica de inclusão que transforme a cidade em uma coisa que esteja a serviço das pessoas. Por outro lado, a cidade como negócio, onde seus apoiadores desejam uma vida urbana protegida daquilo que ameaça seus interesses econômicos. Continuar lendo “Uma questão da moradia: o direito à cidade ou a cidade como negócio”

O STF e a Democracia

Marjorie C. Marona*

O STF hoje é conhecido de todas e todos. Figuram seus ministros ou o tribunal mesmo como objeto central de diversas matérias jornalísticas. É bem mais comum do que já foi, também, ouvir-se, nos dias que correm, alguma contenda ou debate sobre decisão da Corte ou a posição de algum de seus ministros. Continuar lendo “O STF e a Democracia”

Da Guerra às Drogas ao Narcoestado

Alexandre Mendes*        

Proponho neste texto e em outros, a serem futuramente publicados na Escuta, discutir alguns dos desafios das esquerdas no contexto de crise política, econômica e social que vivemos no Brasil. É muito comum a alguém que se proponha a falar sobre política, numa perspectiva de esquerda, a tentação de apresentar verdades ao invés de levantar problemas. Continuar lendo “Da Guerra às Drogas ao Narcoestado”

Carta aberta à professora Alba Zaluar

Maria Isabel Couto*

Prezada professora Alba Zaluar,

É com tristeza que escrevo esta carta pública em resposta a sua recente entrevista à Folha de São Paulo, no dia 21 de março de 2018. Continuar lendo “Carta aberta à professora Alba Zaluar”

A constância do absurdo

Diogo Tourino de Sousa*

A definição do Dicionário Houaiss é lapidar. Absurdo como adjetivo significa “aquilo que é destituído de sentido, de racionalidade”, ou aquilo “que não se enquadra em regras e condições estabelecidas”[i]. Penso que o momento vivido pelo país pode, com dose tolerável de imaginação e sem muito exagero, ser descrito como a constância do absurdo, ao ponto em que parâmetros e limites de qualquer ordem se encontram rarefeitos. Continuar lendo “A constância do absurdo”

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