Julinho de Paiva[1] e Filipo do Sul[2]

“A polícia da república, como toda a gente sabe, é paternal e compassiva no tratamento das pessoas humildes que dela necessitam; e sempre, quer se trate de humildes, quer de poderosos, a velha instituição cumpre religiosamente a lei. Vem-lhe daí o respeito que aos políticos os seus empregados tributam e a procura que ela merece desses homens, quase sempre interessados no cumprimento das leis que discutem e votam”.

(Lima Barreto em “Como o ‘homem’ chegou”, 1915). Continuar lendo “Estado miliciano: a consolidação da ideologia e ação”