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mês

julho 2018

Um outro sorriso, quem sabe?

João Martins Ladeira*

Talvez uma História de Amor (2018, de Rodrigo Bernardo) pertence ao tipo de produção que tem sido rapidamente posta de lado como um exemplo descartável do nosso cinema. A postura – muitas vezes injusta – assombra a comédia de forma muito corriqueira, tratada de modo impiedoso como um gênero menor – conclusão que, por razões que não vem ao caso, ganha maior dimensão em produções como tal filme. Não há dúvida: trata-se de um trabalho com diversos problemas de execução.

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ESCUTA ELEIÇÕES – Os descaminhos eleitorais

Jorge Chaloub*

As eleições encontram sua força na crença. Mesmo que até um observador desavisado veja os limites da retórica em torno dos pleitos, como as desiguais possibilidades de disputa e vitória, processos eleitorais têm na ideia de competição em condições iguais o fundamento da sua legitimidade. Continuar lendo “ESCUTA ELEIÇÕES – Os descaminhos eleitorais”

#repressaoBR: 23 condenações políticas e o legado repressivo de junho de 2013

No mês de junho deste ano, diversos analistas se debruçaram sobre os impactos das manifestações de Junho de 2013 na vida nacional. Muito se falou, por exemplo, sobre a resistência da política tradicional em assimilar e responder aos anseios democráticos das manifestações, ou mesmo sobre a dificuldade de compreender seus significados diante da pluralidade de perspectivas que as atravessaram. Mas pouco se discutiu sobre a repressão política às maiores manifestações de rua da história do Brasil. Continuar lendo “#repressaoBR: 23 condenações políticas e o legado repressivo de junho de 2013”

Moreira Salles, Anne Wiazemsky e seus 1968s

Fernando Perlatto*

Datas redondas são sempre bons momentos para lembrar. Há eventos que somente se tornam objetos de recordação em efemérides, permanecendo sob o véu do esquecimento durante anos e anos. Continuar lendo “Moreira Salles, Anne Wiazemsky e seus 1968s”

Além e aquém das quatro linhas

Jorge Chaloub*

A Copa do Mundo constrói uma peculiar geopolítica. Distintamente dos quadros de medalhas na Olimpíadas, onde as disputas entre potências econômicas e militares hegemônicas costumam estar fielmente expressas nas primeiras posições, o futebol cria cenário onde competidores improváveis subvertem PIB’s, IDH’s e outros indicadores do gênero.

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