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mês

fevereiro 2018

As ditaduras e a literatura latino-americana: pós-ficção, história e testemunho

Fernando Perlatto*

“Para que falar?, que sentido tem agora contabilizar as perdas ou reconstruir a derrota, sucessiva, inconfundível, a derrota, você me diz. Mas houve triunfos?, eu lhe pergunto, ao menos uma vitória?, (…). Assim é a história, você sabe, lenta, cruel, aglomerada, você diz ou eu acho que você diz” (Diamela Eltit, Jamais o fogo nunca, p.85). Continuar lendo “As ditaduras e a literatura latino-americana: pós-ficção, história e testemunho”

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A Indústria do Medo e a Tragédia da Militarização

Maria Isabel Couto*

Sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018, um governo de legitimidade bastante contestada toma a decisão de decretar uma intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. Continuar lendo “A Indústria do Medo e a Tragédia da Militarização”

De cara no asfalto – Paulinho Tó (2016)

Marcos Lacerda*

O Brasil vive, ao menos desde 2013, uma espécie de movimentação de reflexividade densa, como se se abrisse um campo de possibilidades e fantasmagorias inéditos e com consequências ainda imprevistas. Continuar lendo “De cara no asfalto – Paulinho Tó (2016)”

A literatura de esquerda de Nuno Ramos

Fernando Perlatto*

Nuno Ramos, talvez, seja um dos artistas plásticos mais provocativos em atividade hoje no Brasil. Suas exposições e instalações, a exemplo de Verme (1993), Bandeira branca (2010), Monólogo para um cachorro morto (2010), Fruto estranho (2010), O globo da morte de tudo (2012), Ensaio sobre a dádiva (2014) e O direito à preguiça (2016), sempre provocam incômodo e geram debates intensos e variados no campo das artes, e muitas vezes o transcendem, reverberando de forma mais ampla na esfera pública. Continuar lendo “A literatura de esquerda de Nuno Ramos”

O som da recordação: Blade Runner no passado e no presente

João Martins Ladeira*

Seja em 1982 ou em 2017, Blade Runner é o filme de uma época. Há algo mais cansativo do que reafirmar esta sua importância? Porém, se tal obra é de fato um mito, há sempre espaço para revisitar mais uma vez o que já se conhece. Continuar lendo “O som da recordação: Blade Runner no passado e no presente”

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