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Wallace Andrioli Guedes

Silêncio

Wallace Andrioli Guedes*

Não é de hoje o flerte de cineastas da Nova Hollywood com a cultura e o cinema do Japão. Continuar lendo “Silêncio”

[Escuta Resenha] Moonlight

Wallace Andriolli Guedes*

Ao contar a história de um jovem negro gay crescendo na periferia de Miami, em meio ao vício em crack de sua mãe, a relação filial com um traficante e a violência sofrida na escola, Moonlight poderia muito facilmente ser um exploitation estilizado da miséria humana, típico, por exemplo, do cinema de Lee Daniels – sobretudo Preciosa (2009) e Obsessão (2012). Continuar lendo “[Escuta Resenha] Moonlight”

[Escuta Resenha] La La Land

Wallace Andrioli Guedes*

La La Land é um filme feito para ser adorável. Talvez resida aí seu maior problema. Continuar lendo “[Escuta Resenha] La La Land”

Sully, de Clint Eastwood

 

Wallace Andrioli Guedes*

Alguns críticos norte-americanos vêm comparando Sully: O Herói do Rio Hudson, novo filme de Clint Eastwood, ao cinema de Howard Hawks, diretor da era clássica de Hollywood que, trafegando por gêneros diversos, recorrentemente contou histórias sobre homens persistindo na necessidade da realização do trabalho que lhes cabe. Continuar lendo “Sully, de Clint Eastwood”

[Escuta Resenha] O nascimento de uma nação, de Nate Parker

Wallace Andrioli Guedes*

A representação da escravidão tem papel de destaque na história do cinema norte-americano. Continuar lendo “[Escuta Resenha] O nascimento de uma nação, de Nate Parker”

[Escuta Resenha] Café Society, de Woody Allen

Wallace Andrioli Guedes*

Dentre os muitos nomes da Hollywood dos anos 30 e 40 citados em Café Society, está Billy Wilder. O diretor de origem austríaca, um dos maiores da história do cinema, no entanto, não é uma mera menção no filme de Woody Allen. Continuar lendo “[Escuta Resenha] Café Society, de Woody Allen”

“Aquarius” e “Pra Frente Brasil”: quando o cinema produz resistência

Wallace Andrioli Guedes*

Em 1982, a ditadura militar brasileira, iniciada 18 anos antes, parecia dar seus últimos suspiros. Continuar lendo ““Aquarius” e “Pra Frente Brasil”: quando o cinema produz resistência”

[Escuta Resenha] “Aquarius” ou ao redor de Sônia

Wallace Andrioli Guedes*

O Som ao Redor (2012), primeiro longa-metragem de ficção de Kleber Mendonça Filho, é a culminância do que o diretor realizou em seus curtas até aquele momento: estão lá o ácido comentário social de Recife Frio (2009), a predileção pelo terror de A Garota do Algodão (2002) e Vinil Verde (2004) e quase tudo de Eletrodoméstica (2005). Continuar lendo “[Escuta Resenha] “Aquarius” ou ao redor de Sônia”

[Escuta Resenha] Mãe só há uma

Wallace Andrioli Guedes*

No centro da narrativa de Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert, está Pierre (Naomi Nero), adolescente de sexualidade fluida (ele fica com garotos e com garotas, se maquia e veste roupas tidas como femininas ou masculinas de acordo com sua vontade de cada dia) que descobre ter sido roubado na maternidade pela mulher que o criou – a premissa é inspirada no célebre caso do menino Pedrinho, exaustivamente explorado pela imprensa no início da década passada. Continuar lendo “[Escuta Resenha] Mãe só há uma”

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