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Rio de Janeiro

Rio 2016: Uma eleição de dois extremos?

Maria Abreu*

A literatura sobre eleições aponta que, em sistemas majoritários de dois turnos, candidatos de partidos de centro tendem a levar vantagem, pois sua rejeição é menor e, no segundo turno, o eleitorado tende a convergir com mais facilidade para suas candidaturas. Continuar lendo “Rio 2016: Uma eleição de dois extremos?”

Os “novos tempos” da política carioca

Jorge Chaloub*

O segundo turno carioca não representa apenas um novidade em relação às últimas eleições, com a interrupção de uma série de vitórias do PMDB para os governos municipal e estadual. Continuar lendo “Os “novos tempos” da política carioca”

[Escuta Especial Conjuntura] Coisas do Rio

Alessandra Maia*

O Rio não é um lugar fácil de se viver, muito menos de se entender. Nem por isso é dos lugares menos amados, talvez essa a fonte de seu charme que conquista corações e mentes. Continuar lendo “[Escuta Especial Conjuntura] Coisas do Rio”

Olimpíadas e eleições na cidade do Rio de Janeiro – os donos da cidade

Alessandra Maia Terra de Faria [1]Ana Paula Soares Carvalho [2]

Rio de Janeiro, 5 de agosto de 2016. “Paes quebra o protocolo, carrega a tocha e constrange o COI[3]”. O prefeito, que se pretende um Pereira Passos do século XXI, não resistiu à tentação: tornou-se o primeiro político no cargo executivo a carregar a tocha desde 1896, em Atenas. Continuar lendo “Olimpíadas e eleições na cidade do Rio de Janeiro – os donos da cidade”

Da pressa, a inimiga da perfeição: Rio cidade olímpica

Alessandra Maia Terra de Faria*

“A pressa é inimiga da perfeição”, “pressa a mãe do tumulto e do erro”. Menções que se tornaram jargões populares tão antigos quanto nossa República, ao serem proferidas por Rui Barbosa[1], em seu famoso parecer sobre a redação do Código Civil de então e sua crítica e oposição à pressa com que o governo redigira a obra, o que pouco depois reforçaria sua impressão em Haia, ao defender a igualdade jurídica. Continuar lendo “Da pressa, a inimiga da perfeição: Rio cidade olímpica”

A maldição de Chagas e a hidra carioca

Mayra Goulart*

1. Rio Maravilha ou a história de uma decadência:

 A história do Rio de Janeiro desde a metade do século XX pode ser resumida a uma palavra: decadência. Em termos econômicos o município nunca exibiu qualquer tipo de vocação produtiva, excetuando o turismo. Porém, até 1960, o fato de sermos a capital do país nos garantia prestígio, além de uma situação fiscal privilegiada e postos de trabalho no aparato estatal aqui instalado. Estes foram os tempos de glamour. Daí para frente, fomos ladeira abaixo. Continuar lendo “A maldição de Chagas e a hidra carioca”

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