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Cultura

A literatura labiríntica de Elvira Vigna

Fernando Perlatto*

A discreta repercussão da morte recente da escritora Elvira Vigna nos jornais impressos e televisivos de maior circulação do país diz muito sobre o lugar ainda periférico da literatura brasileira entre nós. Não se trata, é claro, de exclusividade da literatura esta posição marginal. Continuar lendo “A literatura labiríntica de Elvira Vigna”

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Karl Ove Knausgård e a descoberta da escrita

Fernando Perlatto*

É sempre uma experiência notável a leitura de uma obra do escritor norueguês Karl Ove. O quinto volume da sua série autobiográfica Minha Luta, intitulado A descoberta da escrita, publicado mês passado pela Companhia das Letras, corrobora a potência da sua escrita. Continuar lendo “Karl Ove Knausgård e a descoberta da escrita”

Eu é um outro ou: pequeno manual de sobrevivência

Gabriela Theophilo*

Na última semana, dois episódios de grande repercussão chocaram muitos de nós nessas terras brasílicas. Trata-se da interrupção antecipada da exposição Queermuseu em Porto Alegre, organizada pelo Santander Cultural, e da agressão a representantes de terreiros de umbanda e candomblé no Rio de Janeiro. Continuar lendo “Eu é um outro ou: pequeno manual de sobrevivência”

As fronteiras do mundo: norte e sul, homens e mulheres em O Estranho que Nós Amamos

João Martins Ladeira*

O Estranho que Nós Amamos se inicia com uma imagem que invoca exatamente o oposto do que indica. No começo do filme, vê-se a copa de algumas árvores, entre as quais se enxerga as frestas do céu e a luz que passa pelo topo da folhagem. O quadro se desloca e, à impressão de uma vegetação esparsa, sucede-se uma floresta densa, fechada a ponto de bloquear estes raios que outrora se percebia. Continuar lendo “As fronteiras do mundo: norte e sul, homens e mulheres em O Estranho que Nós Amamos”

Lição de Escrita: elementos para se pensar a importância do livro e da leitura no Brasil

Leonardo Nóbrega da Silva*

Os livros têm ocupado um lugar de transcendência na nossa sociedade, resguardando na imaginação coletiva uma distância em relação às questões materiais. As ideias e seus autores parecem, portanto, flutuar num ambiente etéreo, distante das preocupações supostamente mesquinhas relacionadas ao mercado e à política. Continuar lendo “Lição de Escrita: elementos para se pensar a importância do livro e da leitura no Brasil”

O Lima Barreto de Lilia Schwarcz

Fernando Perlatto*

A homenagem a ser recebida este ano na 15ª edição da Feira Literária de Paraty (FLIP) vem consolidar um percurso gradativo de um reconhecimento cada vez mais significativo à obra de Lima Barreto. Continuar lendo “O Lima Barreto de Lilia Schwarcz”

[Escuta Resenha] O que é o fascismo? e outros ensaios, de George Orwell

Fernando Perlatto*

A tradição do ensaísmo inglês é de uma riqueza ímpar e impõe, com toda sua força, uma profunda admiração e respeito àquele que sobre ela repousa o olhar. Desfilam entre seus representantes nomes como Samuel Johnson, Charles Lamb, William Hazlitt, William Morris, Tony Judt, Christopher Hitchens, Terry Eagleton, entre tantos outros, que, embora distintos em suas abordagens, perspectivas literárias e posições políticas, se aproximam na prosa aguçada e na fineza dos diagnósticos e leituras de autores, obras e contextos vários. Continuar lendo “[Escuta Resenha] O que é o fascismo? e outros ensaios, de George Orwell”

“Terra em transe” 50 anos

Wallace Andrioli Guedes*

O último mês de maio marcou o cinquentenário do lançamento de Terra em Transe nos cinemas brasileiros. Primeiro filme de Glauber Rocha realizado após o golpe de Estado que derrubou João Goulart da presidência, essa obra-prima se encontra totalmente impregnada pelos acontecimentos políticos de então, formando com O Desafio (1965), de Paulo César Saraceni, e O Bravo Guerreiro (1968), de Gustavo Dahl, uma espécie de trilogia amarga da ressaca das esquerdas com a tomada do poder pelos militares. Continuar lendo ““Terra em transe” 50 anos”

MOONLIGHT: ANSIEDADE E ESPERA – O OFÍCIO E O AFETO SOB A LUZ DO LUAR

João Martins Ladeira*

Há um ar de tensão em “Moonlight: Sob a Luz do Luar”, um vestígio que se anuncia logo na primeira cena e que persiste até o final. Continuar lendo “MOONLIGHT: ANSIEDADE E ESPERA – O OFÍCIO E O AFETO SOB A LUZ DO LUAR”

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