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Cultura

Deus é mulher

Joyce Louback* e Lívia Monteiro**

“Você vai apanhar muito na vida, Elza!”

Foi com essa frase que o musical “Elza”, encenado no teatro Riachuelo, no centro do Rio de Janeiro, começa a nos impactar. Continuar lendo “Deus é mulher”

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Lembranças dos anos 90: Um Jogo de Máscaras

João Martins Ladeira*

Existem muitas metamorfoses em O Nome do Jogo (Get Shorty, 1995, de Barry Sonnenfeld), mas nem todas terminam bem-sucedidas. Há o gângster que pretende se tornar cineasta, assim como o produtor de filmes baratos que busca seu espaço em obras dignas de nota. A destreza com que se movem define o que conseguirão vir a ser. A mesma habilidade em se transformar não se encontra presente nos demais integrantes deste universo. Continuar lendo “Lembranças dos anos 90: Um Jogo de Máscaras”

Comunidades imagináveis: diante de uma imagem da Copa do Mundo

Gabriela Mitidieri Theophilo*

A copa acabou, mas algumas de suas imagens sobrevivem. São imagens que dão a pensar, forçam a imaginação. Refiro-me, especialmente, àquela da comemoração da vitória da equipe francesa, em foto que se tornou icônica e que podemos observar acima. Continuar lendo “Comunidades imagináveis: diante de uma imagem da Copa do Mundo”

Cultura e política em um Brasil em crise, 2016-2018

Fernando Perlatto*

Em ensaio seminal já tornado clássico, publicado em 1969, intitulado “Cultura e política, 1964-1969”, reproduzido no livro O Pai de Família e Outros Ensaios, o crítico literário Roberto Schwarz buscou analisar a cena cultural no Brasil no período posterior ao golpe de 1964. Continuar lendo “Cultura e política em um Brasil em crise, 2016-2018”

O Homem de Mármore e o Homem de Ferro, de AndrzejWajda

Wallace Andrioli Guedes *

É interessante como, ao se apropriar da já batida estrutura narrativa de Cidadão Kane (1941), O Homem de Mármore (1977), de Andrzej Wajda, acaba assumindo uma relação espelhada com o filme de Orson Welles, significando para o mundo comunista algo mais ou menos equivalente a Kane para o capitalismo americano. Continuar lendo “O Homem de Mármore e o Homem de Ferro, de AndrzejWajda”

Um outro sorriso, quem sabe?

João Martins Ladeira*

Talvez uma História de Amor (2018, de Rodrigo Bernardo) pertence ao tipo de produção que tem sido rapidamente posta de lado como um exemplo descartável do nosso cinema. A postura – muitas vezes injusta – assombra a comédia de forma muito corriqueira, tratada de modo impiedoso como um gênero menor – conclusão que, por razões que não vem ao caso, ganha maior dimensão em produções como tal filme. Não há dúvida: trata-se de um trabalho com diversos problemas de execução.

Continuar lendo “Um outro sorriso, quem sabe?”

Moreira Salles, Anne Wiazemsky e seus 1968s

Fernando Perlatto*

Datas redondas são sempre bons momentos para lembrar. Há eventos que somente se tornam objetos de recordação em efemérides, permanecendo sob o véu do esquecimento durante anos e anos. Continuar lendo “Moreira Salles, Anne Wiazemsky e seus 1968s”

O passado ainda é presente: Cultura Política e memória no Brasil

Maíra Pereira da Costa*

Pedidos de intervenção militar têm sido recorrentes nos últimos tempos, ainda que não agregando a maior parte de brasileiros e brasileiras. Durante a chamada “greve dos caminhoneiros” o assunto voltou para – ou nunca deixou – a pauta do dia. O que proponho é olhar para tal fenômeno sob a ótica da cultura política, nos voltando para as atitudes, valores e crenças no âmbito político que estão intimamente ligados ao envolvimento dos indivíduos com a vida pública, buscando entender por que tal discurso ainda reverbera, mesmo após 33 anos do fim do último regime autoritário em nosso país. Continuar lendo “O passado ainda é presente: Cultura Política e memória no Brasil”

O outro recorrente: o riso, a angústia, Polanski

João Martins Ladeira

Existe esperteza na mistura entre ficção e realidade de Baseado em Fatos Reais (D’après une histoire vraie, 2017), em artimanhas já utilizadas por Roman Polanski tantas outras vezes. Ela está em filmes como Macbeth (1971), Tess – Uma Lição de Vida (Tess, 1979), O Pianista (The Pianist, 2002) ou Oliver Twist (2005), todos marcados por certas reminiscências do próprio diretor: a violência homicida, o crime sexual, os horrores da guerra ou a orfandade no gueto.

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