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mês

março 2020

Quantas Suzanes para salvar uma economia?

Luís Falcão*

Suzane von Richthofen estarreceu a opinião pública brasileira quando fez uma opção: o dinheiro dos pais pela vida deles. Se pudéssemos suspender o juízo moral nessa situação, como tentavam os fundadores do utilitarismo ainda no século XVIII, diríamos apenas que trata-se de uma escolha puramente racional Continuar lendo “Quantas Suzanes para salvar uma economia?”

Só destruição, sem arquitetura: o bolsonarismo como desejo de morte

André Rodrigues*

O documentário “Arquitetura da Destruição” (Peter Cohen, 1989) detalha o modo pelo qual o nazismo se estruturou sobre uma sofisticada máquina de propaganda. Diversas análises demonstram como uma racionalidade radical, absoluta, consistia no aspecto central desse regime. Os campos de concentração seriam a expressão máxima dessa racionalidade brutal onde a vida era reduzida a mera quantidade no cálculo genocida. O que vemos em Bolsonaro é um totalitarismo de outra natureza.

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Ladri di applicazione, ou um passeio de De Sica no país do autoemprego

João Dulci*

Em 1948, Vitorio de Sica lançava, num país em reconstrução, um dos maiores clássicos do neorrealismo italiano. Ladri di biciclette, no original, é um primor do cinema. Sua beleza técnica contrasta com o sofrimento da família simples dos arredores de uma Roma ainda esburacada pela Segunda Guerra Mundial. Continuar lendo “Ladri di applicazione, ou um passeio de De Sica no país do autoemprego”

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