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mês

setembro 2018

As bolhas e os problemas: o desafio de se pensar o Brasil nas eleições de 2018

João Dulci*

Há alguns dias, junto com dois colegas de departamento, fomos convidados a pensar sobre as eleições de 2018, tema que, no Brasil, se discute diuturnamente em anos pares, com mais ou menos intensidade. Continuar lendo “As bolhas e os problemas: o desafio de se pensar o Brasil nas eleições de 2018”

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O outono do tucanato ou as desventuras do antipetismo como ideologia.

Paulo Henrique Paschoeto Cassimiro*

Uma busca pelas palavras “Fernando Henrique e Lula” no Google nos direciona para uma dezena de fotos que evocam a imagem de um período da história brasileira que começa com a redemocratização e que se encerrará com a provável ida de Bolsonaro e Haddad ao segundo turno das eleições de 2018. Continuar lendo “O outono do tucanato ou as desventuras do antipetismo como ideologia.”

O abismo das falsas equivalências: divagações sobre a comparação entre as esquerdas e Bolsonaro

Jorge Chaloub*

Uma das mais nocivas narrativas da presente eleição se constrói a partir de certa ideia de falsa equivalência. Neste discurso, o analista político “realista” clama, com ares de moderação e sofisticação epistemológica,  pelo retorno de um centro perdido entre os supostos radicalismos à direita e à esquerda. Não estamos diante de um fenômeno novo. Continuar lendo “O abismo das falsas equivalências: divagações sobre a comparação entre as esquerdas e Bolsonaro”

O ocaso das metáforas: reflexões truncadas sobre o Museu Nacional

Jorge Chaloub*

Ainda atônita pela tragédia do Museu Nacional, Raquel me disse que o cenário, de tão grotesco, abria um tempo em que não eram mais necessárias metáforas para descrever o processo de destruição que vivemos. O desastre do cotidiano poderia ser visto sem recorrer à imaginação ou às elucubrações literárias, já que as metáforas ganhavam plena realidade, e efeitos, nesse realismo fantástico que crescentemente nos assola. Continuar lendo “O ocaso das metáforas: reflexões truncadas sobre o Museu Nacional”

Por que não passa?

Pedro Rolo Benetti*

As respostas são a um só tempo simples e complexas. A história já foi relatada diversas vezes, sob as mais variadas perspectivas. Aconteceu há exatos 25 anos, no dia 29 de agosto de 1993. Depois de uma emboscada realizada por traficantes, por meio de uma falsa denúncia anônima, quatro policiais foram executados dentro de suas viaturas. A resposta não tardou e no dia seguinte foi formada a fila com 21 caixões na entrada de Vigário Geral. Não se tratava de 21 unidades de corpos favelados, não era um número. Eram 21 pessoas, privadas de seu direito mais básico, o de existir. Continuar lendo “Por que não passa?”

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