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Política Internacional

A Espanha e o estado de alarme: uma leitura da conjuntura em tempos de pandemia

Gustavo Fernandes Paravizo Mira*

 A Espanha é uma das nações mais afetadas pelo coronavírus (SARSCoV2) no mundo. Segundo dados do Ministério da Saúde e da Universidade John Hopkins, o país registrou um total de 220.325 casos de coronavírus e 25.857 mortes em 6 de maio. Isto representa 18% dos casos na Europa, onde vizinhos como Itália, Reino Unido e França também enfrentam situações gravíssimas em decorrência do avanço da pandemia. Neste contexto, apesar de todas as contestações à democracia liberal, o Estado aparece uma vez mais como o principal agente de controle da emergência em saúde, proteção social aos cidadãos e socorro aos setores financeiro e produtivo. Continuar lendo “A Espanha e o estado de alarme: uma leitura da conjuntura em tempos de pandemia”

Bolsonaro quer transformar o Brasil em Cuba!

Guilherme Simões Reis*

É claro que, em um momento como o atual, em que a pandemia do coronavírus sitia a população e as mortes por contaminação se multiplicam pelo mundo, o que chama atenção sobre Jair Messias Bolsonaro é sua profunda irresponsabilidade no trato da questão, além de sua suposta crescente fragilidade frente aos próprios ministros militares que nomeou. Este texto, no entanto, aborda outro aspecto do seu governo: ele vem tomando medidas que podem levar o Brasil a virar Cuba! Não se anime: isso não significará que o Brasil estará mais preparado para enfrentar o Covid-19. Continuar lendo “Bolsonaro quer transformar o Brasil em Cuba!”

Política externa como metonímia: Governo Bolsonaro e a (re)colonização exterior e interior de um país

Gabriela Mitidieri Theophilo*

Estamos vivos porque estamos en movimiento
Nunca estamos quietos, somos trashumantes
Somos padres, hijos, nietos y bisnietos de inmigrantes

(Movimiento, Jorge Drexler)

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Por quem dobram os sinos? A derradeira prisão de Cesare Battisti

Bernardo Bianchi*

Cesare Battisti é como que uma fenda no tempo pela qual se deixam entrever momentos distintos da história contemporânea, fragmentos dispersos no tempo e no espaço que, de outro modo, poderiam parecer como que não relacionados entre si. O significado da sua prisão não pode ser entendido sem referência ao entrelaçamento destes fatos, cuja omissão a torna completamente ininteligível, simples poeira, um acontecimento banal. Continuar lendo “Por quem dobram os sinos? A derradeira prisão de Cesare Battisti”

Polissemia e luta hegemônica: um comentário sobre a conjuntura venezuelana

Mayra Goulart,Beatriz Lourenço e Júlio César Pereira de Carvalho*

De abril a julho de 2017, o cenário político venezuelano foi permeado por violentas manifestações mobilizadas pelos oposicionistas de Nicolás Maduro. A princípio, os protestos foram articulados com o fito de exigir a destituição do presidente e contrapor a suspensão do Parlamento pelo Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) Continuar lendo “Polissemia e luta hegemônica: um comentário sobre a conjuntura venezuelana”

De Pyongang a Liverpool Lime Street: o sonho de verão da Coreia do Norte em 1966

Luiz Guilherme Burlamaqui*

Em 1966, o time de futebol da República Popular da Coreia (PKR) disputou a sua primeira Copa do Mundo. Os norte-coreanos chegaram à Inglaterra como azarões e poucos acreditavam que eles pudessem fazer qualquer tipo de algazarra no torneio. Continuar lendo “De Pyongang a Liverpool Lime Street: o sonho de verão da Coreia do Norte em 1966”

O primeiro ano da Política Externa de Temer e a desconstrução das últimas décadas

André Luiz Coelho* e Vinicius Santos*

Chegando quase ao primeiro ano de gestão de Michel Temer na presidência, após o afastamento da Presidenta Dilma Rousseff da chefia do executivo[1], buscamos esboçar nessa pesquisa algumas diretrizes do novo programa governamental implementado no que diz respeito à condução da Política Externa Brasileira (PEB). Continuar lendo “O primeiro ano da Política Externa de Temer e a desconstrução das últimas décadas”

[Escuta Resenha] Quando os fatos mudam. O ensaísta Tony Judt

            Fernando Perlatto*

O historiador Tony Judt foi um tipo de intelectual característico do século XX que nosso tempo, marcado pela crescente especialização, provavelmente, não fabrica mais. Continuar lendo “[Escuta Resenha] Quando os fatos mudam. O ensaísta Tony Judt”

O ano do capiroto: As eleições estadunidenses observadas do Brasil

Mayra Goulart*

Este ano não tem sido fácil para nós, analistas políticos, sociólogos, politólogos, jornalistas, enfim para aqueles que têm a ingrata tarefa de tentar esboçar diagnósticos e prognósticos, com base em modelos históricos, institucionais e racionais. Continuar lendo “O ano do capiroto: As eleições estadunidenses observadas do Brasil”

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