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ESCUTA.

mês

maio 2017

A grande irritação e o Brasil atual

Fernando Perlatto*

A publicação no final do ano passado do monumento literário de Thomas Mann, A Montanha Mágica, pela Companhia das Letras, merece registro não apenas pela magnitude do que este livro representa para a literatura contemporânea, mas pelo que ele estimula, ainda que não de forma direta, no sentido de pensarmos o Brasil nos dias que correm. Continuar lendo “A grande irritação e o Brasil atual”

Democracia: tem que manter isso aí, viu?

Igor Suzano Machado*

As jornadas de junho de 2013 estão para completar seu mandato de quatro anos. Aproximadamente um ano depois, será a vez da operação Lava-jato, hoje com pouco mais de 3 anos de existência. Continuar lendo “Democracia: tem que manter isso aí, viu?”

Diretas, já!, com populismo, sim senhor.

Maria Abreu*

Recentemente, três eventos políticos, dois nacionais e um internacional – que recebeu bastante atenção entre os nossos comentaristas políticos -, colocaram em destaque a necessidade de que o campo de esquerda ou centro-esquerda voltasse a se preocupar em ouvir mais a população ao definir suas pautas eleitorais. Continuar lendo “Diretas, já!, com populismo, sim senhor.”

Diretas Já!

Fernando Perlatto*

Se a necessidade da convocação de eleições diretas para a presidência da república já se colocava no horizonte político do país, com a divulgação da notícia do áudio do presidente Michel Temer dando aquiescência à entrega de dinheiro para manter o silêncio de Eduardo Cunha na cadeia, esta convocação se tornou imperativa. Continuar lendo “Diretas Já!”

De mal a pior

Diogo Tourino de Sousa*

Há alguns dias um amigo me disse que acreditava faltar ao Brasil uma “Revolução Francesa” para que o país retomasse o caminho do moderno. Sem desconsiderar os méritos do argumento, me pus de imediato a pensar nos obstáculos para que um país como o nosso testemunhasse um evento dessa magnitude. Continuar lendo “De mal a pior”

Paterson, ou uma outra política

Jorge Chaloub*

Jim Jarmusch é um cineasta de grandes personagens, construídos como lentes através das quais ele revela facetas pouco evidentes da sociedade estadunidense. Refratário a narrativas do estilo “Jornada do Herói”, onde uma grande ruptura inicial abre às portas para um final redentor, o autor usualmente retrata tipos algo gauche, responsáveis por expor em seu relativo descompasso com o mundo que os cerca feições desta própria realidade. No lugar de grandes acontecimentos, pequenas tensões, sintomáticas das complexas amarras de um quadro mais amplo.  Patterson não destoa desta linha. Continuar lendo “Paterson, ou uma outra política”

Um conto de fadas à brasileira, ou como Havelange foi eleito presidente da FIFA?

Luiz Guilherme Burlamaqui*

Na história das organizações esportivas transnacionais, a eleição de um latino-americano parece ser um ponto fora-da-curva. Continuar lendo “Um conto de fadas à brasileira, ou como Havelange foi eleito presidente da FIFA?”

Demônios incautos: Trainspotting e seu vínculo tênue com o imperativo do gênero

João Martins Ladeira*

Certas películas nos fazem sonhar sobre o que seria de seus personagens 20 ou 30 anos após o instante em que sobem os créditos. Trainspotting – Sem Limites era certamente uma delas. Como não nutrir um interesse licencioso por estes sujeitos que vivem no seu próprio limite? Continuar lendo “Demônios incautos: Trainspotting e seu vínculo tênue com o imperativo do gênero”

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