Busca

ESCUTA.

De cara no asfalto – Paulinho Tó (2016)

Marcos Lacerda*

O Brasil vive, ao menos desde 2013, uma espécie de movimentação de reflexividade densa, como se se abrisse um campo de possibilidades e fantasmagorias inéditos e com consequências ainda imprevistas. Continuar lendo “De cara no asfalto – Paulinho Tó (2016)”

Anúncios

A literatura de esquerda de Nuno Ramos

Fernando Perlatto*

Nuno Ramos, talvez, seja um dos artistas plásticos mais provocativos em atividade hoje no Brasil. Suas exposições e instalações, a exemplo de Verme (1993), Bandeira branca (2010), Monólogo para um cachorro morto (2010), Fruto estranho (2010), O globo da morte de tudo (2012), Ensaio sobre a dádiva (2014) e O direito à preguiça (2016), sempre provocam incômodo e geram debates intensos e variados no campo das artes, e muitas vezes o transcendem, reverberando de forma mais ampla na esfera pública. Continuar lendo “A literatura de esquerda de Nuno Ramos”

O som da recordação: Blade Runner no passado e no presente

João Martins Ladeira*

Seja em 1982 ou em 2017, Blade Runner é o filme de uma época. Há algo mais cansativo do que reafirmar esta sua importância? Porém, se tal obra é de fato um mito, há sempre espaço para revisitar mais uma vez o que já se conhece. Continuar lendo “O som da recordação: Blade Runner no passado e no presente”

Sobre bebês e banhos – algumas questões acerca do julgamento de Lula

Jorge Chaloub*

O dia 24 de janeiro será por muito tempo lembrado como capítulo decisivo de uma mais longa narrativa. Continuar lendo “Sobre bebês e banhos – algumas questões acerca do julgamento de Lula”

Os sutis ecos do passado – algumas questões sobre “A Noite da Espera”, de Milton Hatoum

Jorge Chaloub*

A Noite da Espera é um livro explicitamente político. Continuar lendo “Os sutis ecos do passado – algumas questões sobre “A Noite da Espera”, de Milton Hatoum”

Ficções e distopias políticas no tempo presente: antídotos reflexivos contra o caráter gradativo do mal

Fernando Perlatto*

“Foi assim que deixamos acontecer. Quando massacraram o Congresso, nós não acordamos. Quando culparam terroristas e suspenderam a Constituição, nós também não acordamos”(trecho da série Handmaid’s Tale, baseada no livro O Conto de Aia, de Margaret Atwood). Continuar lendo “Ficções e distopias políticas no tempo presente: antídotos reflexivos contra o caráter gradativo do mal”

Escola sem medo

Gabriela Theophilo*

Desde o surgimento do movimento “Escola sem partido”, em 2004, quando ainda parecia uma ameaça remota e com poucas chances de sucesso, há especialistas na área de educação pensando e escrevendo sobre as suas possíveis origens, conexões políticas e repercussões sociais. Continuar lendo “Escola sem medo”

Alegria ao meu povo: impressões sobre o 7×1 original

João Dulci*

Confesso que nunca nutri um amor incondicional pela seleção brasileira. Lembro de ter me entristecido com a derrota de 1990 (flashes de memória construídos ao longo do tempo) e de ter chorado com a vitória de 1994 (Romário é foda. Dá um desconto!). Continuar lendo “Alegria ao meu povo: impressões sobre o 7×1 original”

Último suspiro ou volta ao princípio? Um comentário sobre a empreitada constituinte venezuelana

Mayra Goulart* e Beatriz Lourenço**

Há três anos, o PIB da Venezuela vem caindo de forma acentuada. Segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), em 2014 a retração foi de 3,9%. Em 2015, de 6,2%. No ano passado, chegou a 18%. Trata-se da maior queda observada no PIB de um país latino-americano desde 1980. Continuar lendo “Último suspiro ou volta ao princípio? Um comentário sobre a empreitada constituinte venezuelana”

WordPress.com.

Acima ↑