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"Escuta. Revista de política e cultura" é um espaço voltado para a reflexão em tempos de gritaria. Em uma época onde a escuta é atividade secundária e apenas se quer berrar, aqui se pretende conversar, dialogar e ecoar – sem quaisquer pretensões de verdades absolutas – temas, debates e questões públicas candentes relacionadas à cultura e à política do Brasil e do mundo. A revista é atualizada sempre às segundas e quintas, contando com a colaboração dos seus autores permanentes e de convidados sazonais.

IRONIAS NAS MARGENS: EM PEDAÇOS E AS CONTRADIÇÕES DA FACE DE DIANE KRUGER

João Martins Ladeira*

Na carreira de Fatih Akin, Em Pedaços (Aus dem Nichts, 2017) mostrou-se um trabalho intensamente bem sucedido. Vencedor do Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro em 2018, já havia rendido a Diane Kruger o prêmio de melhor atriz em Cannes no ano anterior. Dado o caráter da obra, esse reconhecimento soa muito natural. Continuar lendo “IRONIAS NAS MARGENS: EM PEDAÇOS E AS CONTRADIÇÕES DA FACE DE DIANE KRUGER”

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O STF e a Democracia

Marjorie C. Marona*

O STF hoje é conhecido de todas e todos. Figuram seus ministros ou o tribunal mesmo como objeto central de diversas matérias jornalísticas. É bem mais comum do que já foi, também, ouvir-se, nos dias que correm, alguma contenda ou debate sobre decisão da Corte ou a posição de algum de seus ministros. Continuar lendo “O STF e a Democracia”

Literatura, moralismos e o “politicamente correto”. Ainda sobre Mario Vargas Llosa e o feminismo

Fernando Perlatto*

 

Em tempos de gritarias furiosas e ofensas raivosas, é sempre uma enorme alegria poder ler um texto crítico que, mesmo problematizando e apresentando divergências de conteúdo em relação a outro artigo do qual discorda, consiga manter a elegância dos argumentos, impulsionando, com isso novas reflexões. Continuar lendo “Literatura, moralismos e o “politicamente correto”. Ainda sobre Mario Vargas Llosa e o feminismo”

Da Guerra às Drogas ao Narcoestado

Alexandre Mendes*        

Proponho neste texto e em outros, a serem futuramente publicados na Escuta, discutir alguns dos desafios das esquerdas no contexto de crise política, econômica e social que vivemos no Brasil. É muito comum a alguém que se proponha a falar sobre política, numa perspectiva de esquerda, a tentação de apresentar verdades ao invés de levantar problemas. Continuar lendo “Da Guerra às Drogas ao Narcoestado”

Por quem as togas dobram?

Jorge Chaloub 

O uso do termo “histórico” é cada vez mais desgastado por um jornalismo imerso em chavões e lugares comuns. Por vezes, entretanto, eventos merecem sem sombra de dúvidas tal qualificação. Continuar lendo “Por quem as togas dobram?”

Outras Inquisições ou uma defesa de Mario Vargas Llosa

Paulo Henrique Paschoeto Cassimiro *

Na última atualização da Revista Escuta, Fernando Perlatto publicou um artigo que, com a inteligência e abertura para as contradições que caracterizam o autor, avalia um artigo recente de Mario Vargas Llosa sobre o feminismo como uma das “novas inquisições” do mundo contemporâneo. Continuar lendo “Outras Inquisições ou uma defesa de Mario Vargas Llosa”

Mario Vargas Llosa e o feminismo como “nova inquisição” literária

Fernando Perlatto*

Não é de hoje que Mario Vargas Llosa tem se posicionado publicamente defendendo ideias claramente conservadoras. Foi, inclusive, candidato à Presidência do Peru em 1990, sustentando muitas destas agendas. Continuar lendo “Mario Vargas Llosa e o feminismo como “nova inquisição” literária”

Carta aberta à professora Alba Zaluar

Maria Isabel Couto*

Prezada professora Alba Zaluar,

É com tristeza que escrevo esta carta pública em resposta a sua recente entrevista à Folha de São Paulo, no dia 21 de março de 2018. Continuar lendo “Carta aberta à professora Alba Zaluar”

A constância do absurdo

Diogo Tourino de Sousa*

A definição do Dicionário Houaiss é lapidar. Absurdo como adjetivo significa “aquilo que é destituído de sentido, de racionalidade”, ou aquilo “que não se enquadra em regras e condições estabelecidas”[i]. Penso que o momento vivido pelo país pode, com dose tolerável de imaginação e sem muito exagero, ser descrito como a constância do absurdo, ao ponto em que parâmetros e limites de qualquer ordem se encontram rarefeitos. Continuar lendo “A constância do absurdo”

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